FESTA
Nenhum outro me ocupa
Mais do que invento.
Tantos bailes à fantasia
Onde a máscara não tiro
E nem vejo a orquestra,
Só ouço o tilintar dos copos
Bebidos pela metade.
Uma sacada vazia e
O cheiro da noite vindo
Para participar desse ritual,
Desses abraços,
Desses braços imaginários
Que a fertilidade dos solitários traz
E quando acaba a sinfonia,
Estou dançando sozinho
No meio de ninguém.
Isaías Evandro Siqueira
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário